terça-feira, 8 de setembro de 2009

Pedido...


Quem pode atender o impossivel?
Ou assinar a própria sentença de morte?
Quem se sujeita a ser segunda opção?
Amar desmedidamente? Suícidio?
Não me peça o que não posso dar-te!
Entregar sem luta o que amamos!
A mercê de momentos alheios...
Na espera do que possa acontecer? Impassível...
Arranco agora a pele de meu corpo!
Veja! Observe minha própria alma!
Desnudo te mostro meu ser! Contrariado!
Tens a adaga em tuas mãos...
A escolha será tua!
Enfia este punhal sagrado agora!
Sem pena sem misericórdia!
Mate-me! Mas que seja rápida! Indolor? Não sei...
Mas não me peça a espera impossível...

(...)

Deveras sei bem...
Encontrei-te na pior das horas!
Mas que outra hora haveria de ser?
E na tua confusão...
Encontrei-te perdida...
E no teu perder-se entre os teus fantasmas reais...
Me achei enfim...
E na minha inocência vislumbrei universos sem fim...
Agora parado frente este caos!
Grito a plenos pulmões! Escuta-me!
Se eu posso mover as montanhas da terra!
Se posso ir do céu ao inferno mil vezes por ti!
Posso tudo! E na tua encruzilhada...Não posso nada...
Então! Brado novamente!
Enfrenta teus fantasmas!
Move o mundo por mim porque sei que pode!
E no momento sublime do existir...
Faz a tua escolha...
Sem que me deixe aqui na espera...


Nuwanda...Enlouquecendo...

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