
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Distante...

Reler-me sempre me foi tão estranho,
Cada palavra, cada sílaba!
Estranhamente como não consigo! Entender-me...
Profundidades tão distantes de mim...
Surpreendido por mim mesmo!
Eis aquele que talvez nunca se entenda...
O dito desdito! Desmorona sobre simples perguntas!
De não saber o porquê de nada...
Dias que passam-se agonizantes em mim
Talvez seja tudo um sonho sombrio...
Pois quando sonhamos nada entendemos!
E me agarro a pensamentos dos mais diversos!
Tornando esse caminho ainda mais sinuoso!
E se afastando de mim tristemente...
Nuwanda...
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