domingo, 16 de agosto de 2015

As vezes permito-me sorrir


Tanto sofrimento em nosso coração?...
Lágrimas externam a dor altiva e forte 
Que consterna nossa alma à morte
Afastando você de mim! Eis minha aflição!
 
E o mundo mostra sua face em vão!
Nosso amor é jogado a própria sorte!
Nesse caminho não enxergamos mais o norte...
E toda esperança se esvai sem razão...
 
Me deparo frente a você, Amor, não te esqueci,
E o sorriso docemente vem em mim para lembrar
Que meu amor é crescente por ti!
 
E tudo corre sempre assim:
Desafio que cresce incessantemente
Provando nosso amor paradoxal...

 Nuwanda... : )

terça-feira, 4 de agosto de 2015

(...)



Os dias passam como se nada mais importasse
As lagrimas dão lugar aquilo que já não existe
E o tempo passa repetidamente...
Cotidiano anestesiado inerte...

Perdido nos sonhos das quimeras idas...
Não é possível mais respirar!
Sentidos de existir? Onde foram?
O toque que apazigua, que conforta...

Morte em vida, amarga rotina!
Olhos fixos na virtualidade vazia
E nada mais será como foi um dia...

Círculo polar nas noites não dormidas...
Escolhas feitas em agonia!
Nesta vida que já não é mais vida...

Nuwanda? Meu último soneto.