quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Questionamentos


Nessa estrada mesmo quem conhece não sabe como chegar!
Ou será que sabe, mas não quer prosseguir?

Quamtos labirintos irão surgir a nossa frente,

Quantas escolhas? Dúvidas?

Será necessário vê além de onde pode enxergar?
Olhar e refletir!
Deixar cair o véu do longe adiante de ti e de nós...

Basta


Basta o sorriso para a noite se tornar dia.
Basta um toque para que tudo se transforme.
De leve, de longe como brisa serena,
nas noites escuras me olhas distante.
Leva-me além do horizonte como ventania sem destino.
Acalma minha alma e leva-me

para além do sonho para além da vida!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Além da tempestade


A espera de alguém que não virá
Nesta manhã clara porém sombria
Como é insuportável esta poesia...
Um segundo martirizado entre mentiras


Inspiro! Expiro! Novamente! Novamente...
Estou vivo? Cadáver que se arrasta?
Já estou além da encruzilhada nefasta...
Onde está a alegria prometida? Por que sempre o penitente?


Na tempestade a árvore recurva-se
Para sobreviver lentamente rebaixa-se
Viva! Viva ao passar da tormenta...


Valerá a pena? Viver o dia que virá?
E ver-se plantado ao mesmo lugar?
Arrancar-se e tombar mesmo que morto...


(...)Em outros lugares...



Nuwanda...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Árido


Desertos em minha vida
Sonhos de erudição? Erosões...
Terra sem chuva...Céu sem nuvens,
Perdido no âmago deste infinito que sou...


Se escrever é repetir-me?
Por que continuar este martírio?
Árvore seca no deserto
Para viver tenho que ir-me cada vez mais profundo...


Terra sem chuva...
Quem entenderia estes versos, versos?
Para onde foi minhas rimas? Minha alegria?


Apenas uma delicada vida me prende aqui...
Aqui? Já faz tempo que não sei onde estou,
Ou porque estou... A resposta não esta dentro de nós...


[Por que não existe...



Nuwanda...