quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ágape



É neste amor ensandecido que te devoro!
Na loucura incontida dos amantes!
Para nós tudo é novo! Rivigoro!

Estamos além de tudo cintilantes!


E nesse sentir além das nuvens
Não temos limites!
Nem valores!
Nem pudores...


Somos um afinal! Depois de tantas dores ...
Que agora tão medíocres nos parecem
Que se somem em nossos risos de amantes!


Nós criamos algo novo que não se viu
Somos assim como deuses criadores!
Juras de eu te amo não usamos!



[ Somos Deuses em nossa língua imortal...


Nuwanda...Ágape

domingo, 3 de julho de 2011

Doce mediocridade


Maldita toda essa gente!
Que se auto afirma em suas ilusões
Maldito sejam esses vermes dementes
Em sua frases prontas e vulgares jargões!


Ser feliz é ser cativo da hipocrisia?
Ser feliz é defender princípios criados na farsa?
Exploda-se em mil pedaços essa gente! Essa falácia!
Pobres miseráveis de mente vil e esparsa!


Que me venha a infelicidade dos justos!
A dor de se ver mais que os outros!
Rejeitando os amores vazios a qualquer custo!





E me deleito na solidão dos que tem asas!
Rindo da poeira dos que não são nada!
Nesta vida de reflexos vazios...


Nwanda... Vendo além de demonios e lobos...