sábado, 5 de janeiro de 2013

(Im)possibilidade?




Nos suicídios coletivos não se existe
Desespero de encontrar uma paixão
Na ilusão de felicidade sair do chão
Se perder na imensidade sem ser triste

Na intensidade dos teus olhos, oceanos
Infinitos são os mares a navegar...
Em ti singrar a mais bravia das tormentas
E no fim do arco iris de teus orbes, o profano...

Que se abata a queda do firmamento!
No reflexo azul de te mirar, renascimento!
Ser apenas um com o mundo em descompasso...

Como nas mais belas das melodias
Corpos unidos sendo um, todavia
E nos jogos de Deus à ironia...

Nuwanda...("Faz de conta ou faz acontecer")