domingo, 12 de junho de 2011

Devoto





Vida que se funde na própria dor.
Cotidiano que se sente a cada momento,
No contentamento descontente,
De te amar assim sem nenhum pudor!



Somos loucos sonhadores entre às cruzes!
Nesses planos para o futuro que queremos...
Com a semente que germina em nossos corações.
Somos divinos! Somos deuses simplesmente!



Sente a chama devorar o meu peito?
Sente a dor que trago comigo veemente?
No te querer desta luta que massacra!
Esqueço por vezes de te amar como merece!



Logo que me resta? Nesta falta?
É ser-me teu devoto mais fiel?
No altar de teu amor que me cega?
Oh! Madona te dedico meu amor!


Nuwanda.


Amo-te na turbulência que vivemos...

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