
Que espreita e rouba o sossego
Algo inquietante sempre latente
Desespero sutil cotidianamente...
Quem ousa olhar as próprias dores?
Lágrimas descabidas da ausência dos porquês
Existências que se questionam incessantemente...
Sob os espelhos em pedaços
Caleidoscópios de verdades destruídas
Que não se apagam, misturam-se convenientemente...
Pairando sob as vidas despercebidas
Agonia inoportuna de se olhar esse vazio
Que... Para alguns não está tão vazio assim...
Nuwanda... Pra quê?