terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Crente


Creio que no mundo infelizmente
Não se saiba amar como desejo
E me destruo completamente num lampejo
Delírios tolos de viver perdidamente...


Perder o tempo precioso!
Amar!? Só se for a um filho!
Amor! Aqui agora de ti me desvencilho!
Me venha a solidão ser feliz ser leproso!


Sou aquele que cairá no esquecimento...
No empenho entristecido
De ser mais! De ser melhor que toda essa gente!


Quem nunca amou e vive a arrogar-se de amor!?
Sou o que encara o que não se quer ver...
Vê? Ousas ver? O que te trará tamanha dor?


Nuwanda! Que se foda o mundo!

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