sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Infante


Qual a real essência das coisas?
Será que tudo é feito da mesma substância?
Diferenciando-se sob os nossos olhares?
Coisas! Banhadas sob o mirar dos tolos!

[ Ou sábios...


E assim o infante se arrasta entre combates
Preso a passados idos e futuros temidos...
Mas ainda caminha mesmo sem a paixão de outrora!
Erguendo a arma perante as sombras que se levantam!


Como pode haver a beleza na miséria?
Sinto meus pensamentos misturados!
Sem sentido como essa vida...


Não é assim que fazem os mortos vivos?
Mesmo mortos ainda andam cambaleantes?
Logo! Será mesmo vantagem continuar à marcha?


Nuwanda...Tentando parar...

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