sábado, 30 de abril de 2011

Melpômene

Miragens por entre sombras de fantasmas idos
Vertigens entre sensações e desenganos
Areias do tempo que me levam ao desconhecido
Descaminhos a me consumir em desvairio profano!

Na quimera de tua beleza vejo além!
Destes cegos desviantes que te assolam
Violência de te querer viram reféns!
E no perder-te em desespero descontrolam...

Paradoxos nessa hora tu me dizes!
Sou aquele que suavemente é violento!
Roubo os beijos dessa boca... Eternize!

Os momentos que sonhamos em outrora...
És a musa sob os palcos de minha alma!
Na volúpia de teu corpo vejo auroras!

Nuwanda...






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