sexta-feira, 22 de maio de 2015

Montanha russa


Nosso amor é assim
Como as montanhas russas
E subimos docemente à felicidade
E descemos velozmente à ferocidade


E vivemos o mais louco dos amores
Subindo e descendo nesta vida enlouquecida
Quais amores têm nossa rotina?
Nosso desejo? Nossa reciprocidade?


Assim seguimos vivendo
Assim seguimos amando
Um grande amor com certeza!


E amamos e sentimos
O que muitos em muitas vidas
Só verão nos filmes...


nuwanda...

(Im)perfeição


Vida!
Abraço!
Flor!
Alegria!


Mas, como diria o poeta:
"No meio do caminho tinha uma pedra"

(...)

Nossos segundos não são os mesmos dos normais!
Nosso tempo é vivido, não entendido...

E mesmo assim paradoxalmente,
Somos aqueles (poucos) que entendem!
O sentido da própria vida...


"Tinha uma pedra no meio do caminho"

(...)

E se tudo fosse perfeito em nossas vidas
Não seria esse o mais belo dos sonetos?
Desconexo, imperfeito, e ainda há beleza no firmamento!
Advento de um novo dia que há de vir...


"Nas pedras que ficaram para trás..."

(...)

Nuwanda...(Juro que tentei escrever um soneto)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Efemeridade das flores


Dor causticante em cada parte de mim
Alternância inconstante de emoções
Felicidade momentânea entre o caos
Dor que se instala na alma...


Na efemeridade das flores
Deposito todos os meus desejos
E ouso desta forma possuir o infinito!
Doçura das pétalas entre tantos espinhos


Estremeço! Oh sensações "tri loucas"!
Em um segundo sou príncipe sou forte!
E minha redoma te protege do frio lá fora!


Mas, esqueço que sem você!
Não sou príncipe, nem sou forte!
Sob a redoma que você não está...


Nuwanda... Infante!

segunda-feira, 23 de março de 2015

Shangri-La




Estar nos céus no paraíso!
Sentir a mais intensa felicidade!
Incontida em nossos sorrisos
Que nos falam a mais perfeita verdade...


O magnetismo incontrolável!
De nossas peles em quarentena!
Sintonia pura presente em um anel
Almas constantes, inteiras, plenas...


E o nosso amor se faz presente
O sentimento puro e perfeito
Horas que voam do mirar dependente...


E acredito que o tempo parou!
E acordo deste sonho que vivemos
Na solidão das camas que não acabam..


Nuwanda... (À espera)

quarta-feira, 11 de março de 2015

Dias sem você

Hoje tudo se fez aflição
Falta que se espalhou sem alento
Na arritmia solitária do meu coração
Que anseia sair deste isolamento...

E tento vencer esse abatimento
E aceitar essa abstenção
Pode uma PESSOA sentir tamanho desalento?
Sabendo que você existe ó perfeição!

E se tornam assim os meus versos
Limitações de sentimentos adversos
Desejos divididos, separados neste labirinto

Percorrendo este caminho vejo o futuro
Que sem você não existe o verso puro!
E se nego este amor a mim mesmo é porque minto...

Nuwanda! Eu sei...

terça-feira, 10 de março de 2015

Insuficiência respiratória


Necessito mais que o respirar dos normais
Para onde foi o ar que tanto preciso?
Sem ar! Sem ar! Sufocando...
Por favor devolve-me tua boca


Sem ela posso até morrer
Sem ela o ar não percorre meu ser
Dai-me então teus lábios nas madrugadas
Enquanto todos dormem...


É o respirar de nossas bocas
O teu ar é o meu ar!
Que percorre você em mim


Mas, se foi está longe...
Ar rarefeito é que me sobrou
Sem você! Sem você! Asfixia...


Nuwanda! Respirando?

domingo, 8 de março de 2015

Oferenda


                                    

Tantos versos idos...
Tantas ilusões esquecidas
Palavras jogadas ao vento
Sentimentos dispersos à espera...


Inverno frio congelante
Coração de pedra ofegante
Nunca aquecido nunca desprotegido
Armaduras de desdém e desprezo


(...)

Enfim!A primavera chegou!
Nos meus versos de profecia
Você chegou! Você chegou!


Sem armaduras desprotegido!
Por você! Para você!
Tudo aqui escrito...



Nuwanda! Enquanto dormes...